quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
vídeos
oi gente!
não consegui trazer o vídeo pra cá, então deixo o link. assistam! vale muitíssimo a pena.
http://vimeo.com/15027345
abraços
paola
não consegui trazer o vídeo pra cá, então deixo o link. assistam! vale muitíssimo a pena.
http://vimeo.com/15027345
abraços
paola
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
os quatro pilares da educação
APRENDER A CONVIVER:
Competência
Participar de vivências que possibilitem a construção de sujeitos colaborativos, capazes de interagir em realidades e grupos diferentes.
Habilidades:
- Identificar e propor alternativas de solução de problemas do cotidiano que ensejem uma postura solidária;
- Desenvolver o senso de coletividade, dialogando e refletindo sobre diferentes pontos de vista;
- Analisar, elaborar e agir em diferentes situações;
- Perceber que a afetividade é um componente importante nas relações interpessoais e intragrupais;
- Elaborar e reconhecer as normas e regras para a vida democrática;
- Valorizar o eu e os outros;
- Diferenciar o jogo cooperativo do esporte formal (de competição);
- Descentrar-se, pensando não apenas em si, mas também no grupo;
- Discutir e modificar as regras básicas para melhor utilizá-las;
- Compreender a importância de ter hábitos saudáveis de higiene para um bom convívio social.
- Identificar os sujeitos, considerando suas diferenças;
- Utilizar o diálogo na resolução de conflitos.
APRENDER A SER:
Competência
Construir conceitos e juízos de valor que sustentem as ações dos sujeitos visando uma formação afetiva e solidária.
Habilidades:
- Valorizar o eu e os outros;
- Reconhecer os seus limites e potencialidades;
- Reconhecer características físicas e psicológicas de si e dos outros;
- Cooperar e agregar as diferenças;
- Refletir sobre as ações;
- Avaliar-se;
- Refletir, interpretar e elaborar suas ações a partir de valores.
APRENDER A VIVER:
Competência
Zelar pelo cultivo da qualidade de vida, buscando a prática de hábitos saudáveis tanto para si quanto para o seu entorno.
Habilidades:
- Reconhecer alternativas saudáveis para a ocupação do tempo livre;
- Descentrar-se, pensando não apenas em si, mas também no grupo;
- Refletir, interpretar e posicionar-se a partir das aprendizagens propostas;
- Estabelecer a relação das atividades lúdicas e desportivas como melhoria da qualidade de vida;
- Valorizar o eu e os outros;
- Refletir, analisar e concluir sobre os cuidados com o meio-ambiente para preservação da vida.
APRENDER A APRENDER:
Competência
Possibilitar o debate e o enfrentamento frente às aprendizagens propostas, visando a reformulação de pré-conceitos e a construção de novos conhecimentos.
Habilidades:
- Analisar, estabelecer comparações e transferir conhecimentos teóricos em situações do cotidiano;
- Reconhecer nas práticas lúdicas e esportivas maneiras eficazes de crescimento coletivo;
- Dialogar, refletir e adotar uma postura democrática sobre diferentes pontos de vista postos em debate;
- Avaliar e avaliar-se;
- Refletir, interpretar e posicionar-se a partir das aprendizagens propostas;
- Exercitar a atenção e a concentração nas atividades propostas;
- Ouvir com atenção e se expressar com clareza.
Competência
Participar de vivências que possibilitem a construção de sujeitos colaborativos, capazes de interagir em realidades e grupos diferentes.
Habilidades:
- Identificar e propor alternativas de solução de problemas do cotidiano que ensejem uma postura solidária;
- Desenvolver o senso de coletividade, dialogando e refletindo sobre diferentes pontos de vista;
- Analisar, elaborar e agir em diferentes situações;
- Perceber que a afetividade é um componente importante nas relações interpessoais e intragrupais;
- Elaborar e reconhecer as normas e regras para a vida democrática;
- Valorizar o eu e os outros;
- Diferenciar o jogo cooperativo do esporte formal (de competição);
- Descentrar-se, pensando não apenas em si, mas também no grupo;
- Discutir e modificar as regras básicas para melhor utilizá-las;
- Compreender a importância de ter hábitos saudáveis de higiene para um bom convívio social.
- Identificar os sujeitos, considerando suas diferenças;
- Utilizar o diálogo na resolução de conflitos.
APRENDER A SER:
Competência
Construir conceitos e juízos de valor que sustentem as ações dos sujeitos visando uma formação afetiva e solidária.
Habilidades:
- Valorizar o eu e os outros;
- Reconhecer os seus limites e potencialidades;
- Reconhecer características físicas e psicológicas de si e dos outros;
- Cooperar e agregar as diferenças;
- Refletir sobre as ações;
- Avaliar-se;
- Refletir, interpretar e elaborar suas ações a partir de valores.
APRENDER A VIVER:
Competência
Zelar pelo cultivo da qualidade de vida, buscando a prática de hábitos saudáveis tanto para si quanto para o seu entorno.
Habilidades:
- Reconhecer alternativas saudáveis para a ocupação do tempo livre;
- Descentrar-se, pensando não apenas em si, mas também no grupo;
- Refletir, interpretar e posicionar-se a partir das aprendizagens propostas;
- Estabelecer a relação das atividades lúdicas e desportivas como melhoria da qualidade de vida;
- Valorizar o eu e os outros;
- Refletir, analisar e concluir sobre os cuidados com o meio-ambiente para preservação da vida.
APRENDER A APRENDER:
Competência
Possibilitar o debate e o enfrentamento frente às aprendizagens propostas, visando a reformulação de pré-conceitos e a construção de novos conhecimentos.
Habilidades:
- Analisar, estabelecer comparações e transferir conhecimentos teóricos em situações do cotidiano;
- Reconhecer nas práticas lúdicas e esportivas maneiras eficazes de crescimento coletivo;
- Dialogar, refletir e adotar uma postura democrática sobre diferentes pontos de vista postos em debate;
- Avaliar e avaliar-se;
- Refletir, interpretar e posicionar-se a partir das aprendizagens propostas;
- Exercitar a atenção e a concentração nas atividades propostas;
- Ouvir com atenção e se expressar com clareza.
texto sugerido pela coordenação
Colegas, o texto é maravilhoso!
Pena eu não ter postado antes do prazo da entrega do planejamento.
Mesmo assim, ainda acredito que possa render uma excelente discussão.
Como eu me coloco enquanto educador?
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES PEDAGÓGICAS
Regina Lúcia Barros Leal da Silveira
Universidade de Fortaleza/ UNIFOR
É tarefa do educador , todos os dias, de qualquer modo, de todos os jeitos, formar
o jovem para ser sujeito, protagonista da sua história. Educar o jovem cidadão para
ser melhor como gente, desenvolver sua humanidade, sua espiritualidade
formando-o para participar ativamente do processo de transformação social.
( A autora)
Iniciamos este estudo expressando algumas questões relacionadas ao desafio cotidiano do professor em sala de aula. Assim, busca-se ressaltar que as mudanças atuais ocorridas no cenário educacional vêm requerendo a reestruturação do processo de ensino - aprendizagem na sua forma didático- pedagógica, uma vez que há uma dinâmica contemporânea fundada em novos conceitos de educação, de competência, de habilidades e consequentemente, de formação profissional .
Não há respostas prontas, já que se vive numa realidade complexa, globalizada, informatizada, e predominantemente competitiva. Lança-se apenas ponderações que podem sinalizar indagações sobre o papel da escola e sobretudo, a dinâmica da sala de aula, a prática do professor. Neste circunstante, recomenda-se
Respeito à diferença do aluno. A realidade e a diversidade dos sujeitos em formação; Compreender e saber fazer esta leitura poderia evitar equívocos graves na condução dos trabalhos didáticos em sala de aula
Conteúdos adequados ao tempo cultural do aluno para que este jovem pode se apropriar de saberes fundamentais a sua inserção ativa na família, na sociedade, no mundo do trabalho, como pessoa, como cidadão e como profissional;
Uma formação que possibilite ao jovem desenvolver suas competências e habilidades instrumentais, humanas e políticas; uma formação que reconheça nele sua identidade como sujeito de cultura,
Um trabalho educativo que discuta e habilite o jovem para entender os novos códigos simbólicos que qualificam uma sociedade que se informatiza, se tecnifica, se organiza dinamicamente em várias de suas atividades;
A relação teórico-prática, o aprender a pensar, o saber- fazer, o saber- conhecer e o saber- conviver, vistos como mecanismos fundantes da competência humana e de habilidades profissionais; Uma relação que articule teoria e pratica, como momentos entrelaçados, construindo assim, uma praxis pedagógica
Professores que promovam sonhos, projetos e metas de vida capazes de fortalecer a alma juvenil.Como fazer isso? Que homens entendem que são eles, os fazedores da história? Como viabilizar projetos pedagógicos que dêem conta desse real? Quais pesquisas poderiam colaborar com a reflexão sobre a pratica didático- pedagógica, presente no cotidiano da sala de aula? Como introjetar o compromisso com a mudança?
Escolheu-se , então, um itinerário marcado pelo desejo, pela vontade de realizar ações e robustecer idéias. Por que não acreditar em escolas cheias de esperança em que ao mesmo tempo em que ensinamos nossos jovens a contar, a dividir, a produzir textos, a conhecer a história, a desenvolver suas habilidades básicas e gerais, ensinamos a vida, a paz, a luta, a resistência, a cidadania ?
Então, é porque cremos na mudança que estamos aqui
Viemos para afirmar que temos fé , declarando, com convicção que o mais importante é promover a liberdade para aprender, favorecer situações para que o aluno se descubra com o sujeito capaz, como protagonista de sua história individual e coletiva. Estamos aqui , para falar de desafios. Deste modo, precisamos rechear os nossos cursos de otimismo, de saberes que fazem sentido, de informações atuais. Que se ensine o aluno a gostar de aprender, a ter prazer no que faz, o que significa, a nosso juízo, não somente ser portador de uma variedade de habilidades soltas, fragmentadas, dispersas, desconectadas, fora do contexto mais amplo, mas sim, que este aprenda a viver corajosamente, lidando com os sabores e dissabores tão próprios da vida humana, para inserir -se neste mundo de incertezas.
Distinguir e associar e não disjuntar e reduzir. Os geralmente têm medo da
confusão do todo que há em tudo e vice ! versa! Mas absolutamente não trata de
misturar as coisas. Trata-se de distingui-las e associa-las. Há um princípio de
complexidade..., que na minha opinião é um principio primário
(Citado por Isabel Petraglia em Edgar Morin: A Educação e a
Complesidade do Ser e do Saber., 84)
Reafirmamos importância da relação teoria e prática num cenário em que se aprenda a pensar e a fazer, estabelecendo vínculos e produzindo o conhecimento. Esperamos que a escola respeite as diferenças, os saberes dos alunos e suas peculiaridades idiossincráticas, que os professores interliguem com os outros saberes culturais e sociais, como mecanismo de inserção social. Ou seja, gerem a reflexão sobre a complexidade e a unidade, estabelecendo os relacionamentos teórico-práticos.
ºAcreditamos no homem, sim, confiamos na capacidade de se superar e engajar- se em movimentos sociais, exercitar a cidadania organizada, com o compromisso de preparar profissionais envolvidos com a realização de uma formação crítica.
E como enfrentar estas novas exigências do mercado de trabalho? Como preparar jovens que atendem estas demandas específicas sem se afastar dos princípios éticos da solidariedade. Competir, mas sobretudo colaborar com o outro?
E quais são as competências que exigem atualmente do jovem? Conhecimento científico ? Capacidade de adequar-se ao novo modelo de produção? Empatia? Inteligência Emocional? Competência interpessoal? Agilidade, audácia, criatividade e criticidade? Capacidade de construir, de realizar a lguma coisa? Tomar iniciativa? Assumir riscos? O sujeito que aprende a viver, em cada momento, as suas limitações na tentativa de superação ? Ser paciente e dar tempo, inclusive, para o desenvolvimento das idéias? Estamos preparando o jovem para enfrentar as dificuldades e as incertezas da vida? Compreender a unidade complexa da natureza humana? Perceber a necessidade de ler implícito . Ter a consciência do infinito ? ( Barros Leal:2001)
Estudos e pesquisas têm indicado o valor da formação do professor. Qual formação poderia preparar o sujeito que exerce o ofício de professor em possível profissional que atenda à sua realidade enquanto cidadão e à demanda dos alunos, da sociedade e do mundo do trabalho? Quais as mudanças? Quais as garantias? Assim arricamos afirmar, que precisamos de aulas que ultrapassem a aprendizagem reducionista dos conteúdos específicos, técnicos e não passem de raspão pelos saberes essenciais ao homem, como se estes fossem apenas conteúdos obrigatórios. Ë imprescindível que os jovens aprendam com os outros. Mas, para isso é necessário estabelecer a ruptura com o aulismo restrito, com um ensino alienante e alienado , utilizando- se de um discurso e uma pratica atualizada: transversalizada, complexa, interdisciplinarizada, integrada aos conteúdos críticos . O aluno é um grande mobilizador de energia e o encontro geracional do educador e educando, ambos em consonância de objetivos, metas e compromisso, podem reverter um cenário do ensino aprendizagem, onde o aluno e um sujeito passivo. Pensar em experiências de aprendizagem como um dos caminhos essenciais a formação do aluno.
Indicamos outras indagações.
Arriscamos então, muito embora, reconheçamos que estamos em contínuo processo de mudança, que a noção de didática deva ser ressignificada, que o ensino deve ultrapassar o reducionismo da ótica estrita do saber, que o professor recupere sua auto -estima e se reconheça como um profissional importante na escola e para a escola, que a formação do professor vá além de sua natureza técnica e ultrapasse as fronteiras ligando-se aos saberes globais. Que o processo de formação, hoje, deve ser um permanente devir, investigativo, pesquisador, confrontando os saberes formais do conhecimento com os saberes informais das experiências dos professores no seu cotidiano. Donald Schon deu uma grande colaboração quando reconheceu que o professor tem um sabedoria negada, esquecida. A sabedoria da prática, por isso, ele ( Schon) dá ênfase a uma epistemologia da prática. Faz sentido então, o professor organizar condições para o aluno realizar experiências de aprendizagem em suas mais diversas linguagens e natureza: cognitiva, afetiva, humana, técnica, comunicacional, entre outras, Formar também para atuar de modo autônomo, criativo e solidário no exercício do trabalho.
Para o professor, arriscamos expressar:
?? ter a capacidade de se reconhecer como uma pessoa com possibilidades de renovação e capacidade de relacionar-se com o outro ( competência interpessoal)
?? ser capaz de refletir sobre o seu saber – fazer, na perspectiva de propiciar aulas alegres, sérias, exigentes, utilizando diferentes métodos e técnicas, jogos e dinâmicas, saberes e linguagens, e códigos;
?? ter condições de fazer a leitura contextualizada e propiciar ao aluno a interdisciplinariedade do conhecimento;
?? Partilhar de uma visão ampla das questões sociais e suas relações com as situações cotidianas; leituras , debates, dúvidas ( pois a dúvida ensina, tanto ao aluno quanto ao professor);
?? Buscar a resolução dos problemas , colocar o aluno diante de desafios cognitivos, problematizações, representações do imaginário coletivo; desfazer e descontruir conhecimento para reconstrui-lo através de questões partilhadas em sala; ligar os problemas menores às grandes questões universais, planetárias;
?? Adquirir resistência aos embates diários nos cenários de sala de aula, trabalhando com as diferenças, administrando os diversos níveis, avaliando continuamente sua prática;
?? Aprender a lidar com as incertezas do cotidiano, para não mergulhar na decepção dos crédulos ingênuos ( competência humana: habilidade para desenvolver atitudes de otimismo); discutir a temporalidade, a incerteza, a oportunidade, o otimismo, transversalizando esses saberes com os conteúdos formais;
?? Acreditar na esperança, no sendo, no devir, no mudar, na transformação, partilhando com os alunos, os companheiros de profissão, das decisões em sala, construindo normas e limites no processo da co-gestão;
?? Dizer a sua palavra com adequação o que significa aprender a ouvir, a escutar e a falar, principalmente dizer de si e dos outros, aprender a dar razão ao aluno, a deslumbrar-se com as revelações. Schon alerta para que aprendamos a sermos sensíveis ao inusitado, ao imprevisível.
?? Compreender os sujeitos, o aluno com sua subjetividade. Ter sensibilidade sobre a realidade de vida de cada sujeito, dos problemas cotidianos, com a atitude corajosa de enfrentamento dos desafios postos em sala de aula. Ter a coragem de romper com os paradigmas rígidos que aprisionam a essencialidade do professor. Ensinar a enfrentar o vestibular, sem perder de vista, o mais essencial para o aluno é ele também aprender a lidar com os sucessos e fracassos, tão presentes na vida humana;
?? Construir conhecimentos numa perspectiva do novo, do desafiador; Falar das diferenças de oportunidades, das demandas do mundo do trabalho, da competitividade, do empreendedorismo. Mas, falar também e muito mais, da ética, das lutas e da desigualdade.
Concluímos, ressaltando o valor que deve ser dado a formação dos professores, para que os mesmos desafiem a si mesmos, com o compromisso de formar jovens capazes de protagonizarem sua história e redimensionarem sua capacidade de lidar com a vida. Isto é essencial!
BIBLIOGRAFIA
ALARCÃO,I. Formação Reflexiva dos professores- Estratégias de Superv isão. Porto Editora, 1996.
CARVALHO. A D. Novas Metodologias em Educação. Coleção Educação. São Paulo, Porto Editora, 1995.
FREIRE, Paulo. Formar Professores é um Ato Político. Roda Viva. V.1,n 3, 1989.
HAMPTON, David R. Administração contemporânea: teoria, prática e casos. 2. ed. São Paulo: McGraw -Hill
do Brasil, 1983. p. 475.
LEAL Barros Regina. O Memórial em Dinâmica: saber- fazer o diferente bno cotidiano da sala de aula.
Fortaleza: Edições Dezessete e Trinta, 2001
NOVOA, A ( org. ) Os professores e sua Formação. Lisboa. Publicações D. Quixote, 1993.
PERRENOUD, PH. Práticas Pedagógicas, profissão docente e formação. Lisboa. Publicações D, Quixote,
1993.
PETRAGLIA, Isabel Cristina Edgar Morin. A Educação a complexidade do ser e do saber. Petropoli: Vozes,
1995
SAVIANI, Dermeval. A nova Lei da Educação, LDB: trajetórias, limites e perspetivas. Campinas: Autores
Associados, 2998
SEVERINO, A . J . O compromisso dos educadores com os interdisciplinar: A exigência da teoria e da
prática. In. Interdisciplinaridade: para além da filosofia do sujeito. Vozes,1995.
SCHON, Donald A. Formar professores como profissionais reflexivos. IN: NÓVOA Antônio ( coord) Os
professores e sua formação. Lisboa: Don Quixote. 1992.
TARDIF, Maurice, LESSARD, Claude e LAHAYE, Louise. Os professores face ao saber : esboço de uma
problemática do saber docente. In. Teoria & Educação, no 4, 1991.
Revista Iberoamericana de Educación (ISSN: 1681-5653)
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
texto sugerido pelo gus
Educar
Marcas de Batom no Banheiro...
Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: meninas de 12 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso debatom. O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom... Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora. No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram... No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, epediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho. O zeladorimediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho. Nunca mais apareceram marcas no espelho!
Moral da história: Há professores e há educadores...
Comunicar é sempre um desafio! Às vezes, precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.
Por quê?
•Porque a bondade que nunca repreende não é bondade: é passividade;
•Porque a paciência que nunca se esgota não é paciência: é subserviência;
•Porque a serenidade que nunca se desmancha não é serenidade: é indiferença;
•Porque a tolerância que nunca replica não é tolerância: é imbecilidade."
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
sábado, 14 de agosto de 2010
comecemos, então!
o título é uma homenagem ao que motivou a criação do blog. na ausência de um mais criativo, ficamos assim.(e acredito que todo mundo vai lembrar deste, não?)
depois de pensar um pouquinho sobre qual texto usar pra inaugurar o espaço pra discussão, recorri ao bom e velho amigo google com algumas palavras-chaves e encontrei essa fábula:
Durante uma era glacial muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil. Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir e a se ajuntar mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro e todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se, enfrentando por mais tempo, aquele inverno tenebroso.
Porém – vida ingrata! – os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se por não suportar por mais tempo os espinhos de seus semelhantes. Machucavam muito...
Mas essa não foi a melhor solução. Afastados e separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com preocupação. De tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviverem sem mágoas, sem causar danos recíprocos. Assim resistiram à longa era glacial. Sobreviveram!"
(Revista Cidade Nova - Julho/04)
Porém – vida ingrata! – os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se por não suportar por mais tempo os espinhos de seus semelhantes. Machucavam muito...
Mas essa não foi a melhor solução. Afastados e separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com preocupação. De tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviverem sem mágoas, sem causar danos recíprocos. Assim resistiram à longa era glacial. Sobreviveram!"
(Revista Cidade Nova - Julho/04)
fico devendo o nome do autor, que não estava disponível.
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